O Castelo de S. Jorge é Monumento Nacional desde 16 de Junho de 1910. No seu interior há vestígios arqueológicos que remontam ao século VII a. C., estruturas da Idade Média e edifícios que faziam parte do quartel militar aí estabelecido até às obras de 1938-1940.

Mas, uma das maiores atrações do monumento lisboeta são os pavões. Adultos e crianças não resistem a estes residentes e, atrevemo-nos a dizer, são o “objeto” mais fotografado.

Para fugir do rebuliço do Castelo ou, quem sabe, para entrar nas brincadeiras das crianças, os pavões vão, muitas vezes, até à Escola do Castelo. A escola é nossa vizinha, não há razão para alarme! Para a sua identificação os pavões possuem microchip e são seguidos numa Clínica Veterinária especializada em animais exóticos.

Neste período de confinamento, nasceram a família de pavões aumentou. O tempo pode ser diferente, mas a proximidade dos bebés à mãe não mudou. Contamos, agora, com 31 pavões no Castelo. 

A partir de Setembro as escolas podem aprender mais sobre este e outros animais voadores em “Quem voa no Castelo?”, atividade criada no âmbito dos Mil Pássaros e, para a qual, já contámos com a presença da professora Ariana Furtado e da sua turma do 1º ano.

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Fotografias
Luís Filipe de Aboim, Arquivo Municipal de Lisboa, post. 1947;
Professora Ariana Furtado, Escola do Castelo, sem data;
Tiago Ladeira, Castelo de S. Jorge/EGEAC, 2020.

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